O filme "Declínio do Império Americano" d Denys Arcand, q nada tem a ver com política e a quase constante burra escolha d presidentes dos norte americanos, traz uma questão a ser pensada: "A felicidade individual diminui a glória d uma nação, d uma civilização"? Mas pra q uma nação gloriosa, se quem faz parte dela não o é!? É como se o interior d um veículo q parece perfeito por fora fosse totalmente degradado.
Além dessa questão, ainda pode-se perceber um certo questionamento sobre o q realmente importa para ser feliz. Mostra uma quebra d padrões ditos como definitivamente certos e imutáveis.
A partir d algumas conclusões tiradas dessa produção, parece q as maiores dificuldades d alcançar a felicidade são impostas por nós mesmos. Achamos sempre acontecimentos melhores do q constatações, o futuro melhor do q o presente. Além disso, ficamos presos a regras das quais discordamos muitas vezes.
Sem mais discorrer sobre felicidade e a procura por ela, acabo esse post com duas citações q falam por si mesmas:
"Da Felicidade
Quantas vezes a gente, em busca de aventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura,
Tendo-os na ponta do nariz!"
Mario Quintana
"Não é preciso morrer para ir ao paraíso, comece com com Doutor Ppper e termine com Uísque"
Um personagem q ama blues d Jack Kerouac

