domingo, 14 de setembro de 2008

OS The Hives!


Mosh, roda punk, suor, cansaço, garganta arranhada, dores musculares, satisfação pós-show... Show, SHOW! É impossível chamar de outra forma a performance dos Hives em Porto Alegre no dia 8 de setembro no Teatro Bourbon Country. Entraram botando todo mundo pra pular e gritar e foram embora fazendo o mesmo, sem parecerem iguais durante o tempo q tocaram.
E tocaram... A sensação q fica é q não deixaram nenhuma música d fora e q o show durou exatamente o q deveria. Só o q não foi como deveria foi o número d pessoas q presenciou a energia do grupo sueco na turnê do The "Black and White Album" lançado em 2007. O teatro não estava lotado como era d se esperar. Talvez pelos salgados !80 reais! do ingresso. E pior, estudante não tinha a barbada d pegar meia. Lamentável!
A eleição ta aew e pode ser o momento d escolher alguém q valorize a cultura para comandar as cidades. Ficadica!
Depois desse show, realmente torçamos para q a empolgação d não muitos tenha contagiado os rapazes explosivos para q aconteça um retorno em breve.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

60 até os 2000.


Foxboro Hot Tubs, uma banda inspirada no rock dos anos 60, q tem uma sonoridade semelhante a Supergrass, Stooges, The Who, The Kinks e um quê d Green Day dos velhos tempos. Talvez tenha um pouco d Green Day, por ter 3 membros da banda... E sim, a banda que lançou a ópera rock "American Idiot" refente à guerra e à conduta americana tem só 3 integrantes. Esse é um projeto paralelo, que parece ter sido originado pra dar vazão a uma vertente d criação q não caberia na banda d origem.
Nas palavras de Billie joe Armstrong, vocalista da banda, “A única semelhança entre o Hot Tubs e o Green Day é que somos a mesma banda. Somos pessoas que amamos tocar música e ser espontâneos. Após algumas jam sessions até tarde da noite e algumas garrafas de vinho, decidimos gravar um disco diferente”.
Quer uma prova antes d se aventurar no download do disco "Stop Drop And Roll!!!"!? Ta aew: http://www.youtube.com/watch?v=qbiMYsWpWQk
Control C, Control V pra vida!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Monocromático, colorido e Scorsese.


A mistura d rock e cinema não é nenhuma novidade, mas produções relacionadas a bandas históricas fizeram essa vertente da sétima arte ganhar notoriedade esse ano. Com estilos diferentes, os filmes tiraram os fãs dos "shows covers d sábado à noite no menor buteco q tiver por aew" e levaram-nos para uma "sala com TV enorme onde come-se pipoca".
Na realidade, dois dos três mais comentados são d 2007, mas devido à rapidez q os filmes bons chegam ao Brasil, somente esse ano, pôde-se apreciá-los. O primeiro foi Control, q retrata a intensa trajetória do Joy Division e seu vocalista Ian Curtis. Um drama em preto e branco no qual a condição do vocalista fica explicita.
Em seguida, um musical. Coreografias hilárias e sem sentido? Não, longe disso. Across the Universe é Beatles puro, com direito a fase psicodélica com muita cor e tudo o q se espera ver. Não se pode negar q o enredo acaba secundário e as canções como o maior acerto da produção, mas nem por isso ela deixa d tornar-se indispensável a um beatlemaníaco.
Já o filme d 2008 é Shine a Light: um show nada humilde produzido por Martin Scorsese dos rockeiros mais experientes em atividade, os Rolling Stones. Do espetáculo, das tomadas d câmera, da fotografia não se pode achar defeito, mas uma excessiva lembrança do tempo d carreira da banda acaba tornando as entrevistas entre as músicas um tanto quanto dispensáveis. Uma impressão d "você está vendo um show da maior banda d todos os tempos" fica no ar. Não através da banda, q recebe músicos chegados há pouco tempo na música e parece não se importar em mostrar isso, mas por parte da produção.
Tão agradável sequência até poderia ser refeita sendo trocados os estilos: um drama sobre os Stones, um musical pré-gótico do Joy Division e... um show dos Beatles?! Não, melhor não. Do contrário lembraríamos dos "shows covers d sábado à noite...".

terça-feira, 29 de julho de 2008

Quem inventou a roda não tinha o q fazer!


Q a tecnologia trouxe benefícios para o homem, ninguém discute. Mas esses benefícios talvez não sejam maiores q os problemas causados por ela e pelas necessidades q a acompanham. Um computador q não funciona pode gerar palavras um tanto quanto chulas (não palavras q vivem as custas d mulheres q se prostituem, mas q são grosseiras) e trazer uma série d complicações q não existiriam se não existisse o q existe q um dia não existiu.
Tendo isso em mente ("tendo isso em" não mente e é honesto e digno), um pouco d filosofia d bar pode ser interessante: a vida seria mais fácil se todos nós vivêssemos em uma caverna caçando e colhendo o q precisamos?!
A Iracema só preocupa-se com a preparação do ácido dos índios, com o Martin e com o Martin... O Peri só preocupa-se com sua Jane... O Tarzan com a sua... Isso, porque os europeus apareceram na terrinha, se ficassem longe, ou melhor, se nem tivessem inventado navios e tivessem deixado as Janes e os Martins por lá, as únicas preocupações seriam o amor, a comida e os alucinógenos!
Pro inferno quase toda invenção tecnológica: os aviões, os computadores, a televisão, o rádio, os telefones q parecem computadores... Pra felicidade não precisa mais do q alguns violões, uns cd's d mp3 rodados com bicos d animais, plásticos-bolha, uns romances escritos em pedra, episódios do "Chaves" e filmes reproduzidos com projetores dentro das cavernas, exposições d arte na caverna central e o orkut (para evitar a tristeza causada pelo suicídio desordenado dos orkutiníanos d plantão).

Ps.: o uso do orkut sem um computador pode ser viável com o uso d alucinógenos. Não se esqueça, as preocupações seriam o amor, a comida e os alucinógenos!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Um autor, um animal exótico, um livro diferente, um, dois, três, quatro...


A falta d tempo, a falta d organização, a falta d organização, a falta, a falta da falta, a falta d revisão nos textos... Tudo é motivo para uma análise do q realmente importa e o q é parte d uma outra realidade. A realidade q não é a realidade q faz alguém por aew pensar um pouquinho é tão maravilhosa q poderia ser real ou irreal dentro da real maravilha q é a imperfeição q torna a vida tão perfeita. A verborragia pode ser extremamente simples quando ignorada como verborragia e encarada como uma forma d escrever mais similar ao pensamento... bem mais simples do q como se chega ao texto digno do jornal formal d cada dia dos trabalhadores estressados q não gostam d voltar no texto para tentar entender algo, assim como tu estás fazendo agora.
Se entendeste pelo menos um pouquinho do q está nesse amontoado d significados q tendem ao ridículo, uma passada pelo mundo de Caio Fernando Abreu, autor gaúcho com estilo um tanto quanto não brasileiro (se isso existir), pode ser bem interessante. Acredite, algumas características do escritor q já foi honrando com o Prêmio Jabuti com o livro Triângulo das Águas estão nesse humilde texto q será complementado com um trecho do livro citado:
"- Como se algo que estivesse perfeito. Eu insisto no perfeito, era assim: pouco antes da perfeição se cumprir. Perfeito, preparado para acontecer e, de repente, não acontecesse. Não acontece. E logo depois, quando você ainda nem entendeu direito o que aconteceu, ou o que não aconteceu, ou porque deveria ter acontecido, vem alguém de repente e te dá um soco no estômago. E a mão que daqui a pouco você tinha certeza de que ia estar cheia - pronto! - está vazia de novo."
Mais Caio Fernando Abreu, mais café, mais cigarro, mais álcool e Bukowski pra vida!

domingo, 15 de junho de 2008

Desorganização, educação desvalorizada e auto-racismo.


Preciso fugir do foco principal do blog pra relatar uma situação q presenciei alguns dias atrás e realmente incomodou-me. Eu estava na fila do correio em pleno último dia para a entrega do formulário d inscrição do ENEM, quando, devido à falta d indicação da maneira correta d formar a fila, ocorreu uma confusão entre duas pessoas: um homem achou-se prejudicado por ter q esperar mais tempo do q uma mulher, pq sua incomenda era referente ao exame.
Até aew tudo bem, o interessante foi q a senhora contra-atacou falando q ela q estava certa e q ia mandar algo mais importante do q "a bosta do EMEM", sim, eMem. Indignado, o homem falou q apesar d bonita, ela não pensava muito pra dizer algo assim. Com isso, ele ganhou a simpatia d todos q estavam presentes. Ao sentir isso, se encheu d orgulho e continuou falando após a saída da "bonitona", mas não com muita inteligência: "Só pq sou negro, ela pensa q..."
Um acontecido q revela a situação brasileira em alguns aspectos: a falta d organização como um todo, a educação q não é valorizada como deve ser pela sociedade e a revelação d q o país é racista através de todas as raças.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Não tem biscoito!


Existem certas coisas, acontecimentos, sensações ou palavras q têm o poder d remeter a algo bom do passado. Não há como pensar na Sessão da Tarde sem lembrar instantaneamente d "Lagoa Azul" (não q isso seja uma lembrança agradável, mas...) ou daquele amigo d infância sem querer poder brincar como nos velhos tempos.
Talvez algo q poucos façam analogias é a palavra "biscoito" com o companheiro inseparável das tardes sem nada pra fazer, Chaves. O episódio em q o ingênuo protagonista se exalta depois d Dona Neves pedir biscoitos inúmeras vezes deveria ser considerado um clássico do humor. A cena é simples e cheia d inocência infantil, o q a torna hilária para uma sociedade cheia d defeitos e malícia.
Sem a apelação sexual ou humor sarcástico q tanto aparece atualmente, Chespirito deveria ser posto no mesmo patamar dos grandes humoristas q já apareceram no cenário mundial.

A cena: http://www.youtube.com/watch?v=72U7UjaFMrI

sábado, 17 de maio de 2008

O macaco brincando d fantoche.


Projetos paralelos sempre deixam fãs meio apreensivos. É impossível não se preocupar com a banda q deu credibilidade ao artista, pois invariavelmente ela é mais espontânea do q as paralelas. Essa preocupação chegou aos fãs d arctic monkeys devido ao projeto paralelo do vocalista Alex Turner juntamente com o vocalista do Rascals, Miles Kane, chamado The Last Shadow Puppets.
Com algumas músicas q soam em alguns momentos como trilhas sonoras d filme com corridas d cavalos ou com suspense "dark", o álbum The Age of the understatement chega a parecer um pouco como projeto grandioso. Mas nem por isso é ruim. Bem pelo contrário, ele tem uma sonoridade bem diferente d tudo q tem aparecido ultimamente sem deixar d agradar ouvidos acostumados ao som mais "normal".
Além do clipe da música q da nome ao disco, alguns vídeos semi acústicos não ficam atrás e merecem atenção no famigerado youtube: http://www.youtube.com/watch?v=IYDiqrVDI-g
O clipe: http://www.youtube.com/watch?v=XGV8xCkpXjE

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Pra quê?


Há tantas coisas, ações, livros d auto-ajuda, filmes com explosões a cada 2 minutos, músicas com muita percursão e pouca ou nenhuma melodia, frases ditas fora d hora ou na hora certa, relações, intrarelações, interelações, relacionamentos q não aconteceram e nem vão acontecer, relacionamentos q vão acontecer e eu não sei quando, falta d relacionamentos em horas q eles precisam existir, sentimentos! q eu não vejo um motivo pra existirem...
Incomodam, atrapalham, tiram a paciência, dão mais vontade d ter paciência, fazem a vontade pelo impossível vir à tona e a pelo possível desaparecer, a valorização do q não se tem agigantar-se e a pelo q se tem diminuir-se até desaparecer... NOS FAZEM QUERER ENTENDER O Q NÃO PRECISA SER ENTENDIDO!
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quarta-feira, 23 de abril de 2008

A procura por, a dita e o q importa pra tê-la.


O filme "Declínio do Império Americano" d Denys Arcand, q nada tem a ver com política e a quase constante burra escolha d presidentes dos norte americanos, traz uma questão a ser pensada: "A felicidade individual diminui a glória d uma nação, d uma civilização"? Mas pra q uma nação gloriosa, se quem faz parte dela não o é!? É como se o interior d um veículo q parece perfeito por fora fosse totalmente degradado.
Além dessa questão, ainda pode-se perceber um certo questionamento sobre o q realmente importa para ser feliz. Mostra uma quebra d padrões ditos como definitivamente certos e imutáveis.
A partir d algumas conclusões tiradas dessa produção, parece q as maiores dificuldades d alcançar a felicidade são impostas por nós mesmos. Achamos sempre acontecimentos melhores do q constatações, o futuro melhor do q o presente. Além disso, ficamos presos a regras das quais discordamos muitas vezes.
Sem mais discorrer sobre felicidade e a procura por ela, acabo esse post com duas citações q falam por si mesmas:
"Da Felicidade

Quantas vezes a gente, em busca de aventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura,
Tendo-os na ponta do nariz!"

Mario Quintana

"Não é preciso morrer para ir ao paraíso, comece com com Doutor Ppper e termine com Uísque"
Um personagem q ama blues d Jack Kerouac

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Menos "Coca-Cola" e mais "destilado".


Televisão, mp3, computador, INTERNET! Tudo isso nos faz viver um pouco mais artificialmente, mais sem sentir o real "feeling" q a arte deve passar. A noção d q isso acontece já está passando batida pela geração q mais usa essas tecnologias, o q, certamente, não é d todo mal, por divulgar estrondosamente o q é bom (e o q é ruim também); mas, o "ao vivo e a cores" não pode ser deixado d lado.
O filme "Hair" d Milos Forman desperta esse saudosismo com as gerações passadas e sua forma d apreciar o simples, mas realmente valioso. Em uma atmosfera totalmente hippie, o musical deixa qualquer um querendo ter vivido na época das melhores edições do Woodstock.
Com esse espírito mais "destilado" e um pouco menos artificial é q com boatos, q muitos dizem como certos já, a alegria toma conta d muitos fãs brasileiros. Para o segundo semestre desse ano, bons shows não faltarão: The Gossip, Feist, Bloc Party, Amy Winehouse, Muse, Radiohead, Klaxons e, o mais recente, Franz Ferdinand. O melhor d tudo é q há possiblidade d alguns tocarem em festivais e, assim, possibilitar q os fãs comuns a duas ou mais bandas possam assistir seus ídolos sem ter d acabar com o salário do mês.
Economizando e vivendo "Coca-Colarmente" mais um pouco para não se desligar do mundo, entremos, pelo menos durante os shows, na "Era d Aquário", como Forman chamou em seu filme o tempo em q a vida será vivida plenamente.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Três livros, um filme e todas as músicas do mundo.


Dizem por "aew" q intelectuais comunicam-se sem trocar uma palavra sequer, q tem pensamentos parecidos simultaneamente ou, até mesmo, em épocas diferentes sem nem mesmo conhecer trabalhos d seus antecessores. Enquanto Darwin bolava sua teoria e tinha receio d publicá-la, Alfred Russel Wallace publicou em 1858 um manuscrito com idéias muito similares as q fizeram o primeiro cientista citado tão famoso como ele é hoje.
O maravilhoso dessa história é q nem só na ciência isso ocorre. Em toda forma d arte, sentimentos e idéias são compartilhados. A loucura (leia-se também "liberdade"), tão louvada no já citado aqui "Elogio da Loucura" d Erasmo de Rotterdam, aparece frequentemente nas mais variadas formas d expressão.
Luís Fernando Veríssimo, o escritor mais divertido do RS, senão do Brasil, no livro "Orgias" deixou sua forma d pensar sobre tal assunto: "Os loucos são livres e vivem presos por isso"; "Mas eu desconfio q a única pessoa livre, realmente livre, completamente livre, é a q não tem medo do ridículo." Antes dele, foi a vez d Jack Kerouac em "On the Road": "... pessoas mesmo são os loucos, os q estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, q querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles q nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos d artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante - pop! - pode-se ver um brilho azul e intenso até q todos "aaaaaaah!""
Um dia o cinema já foi algo completamente maluco d se pensar: "Ver imagens em movimento projetadas em uma tela branca? Impossível!" Muitos disseram. Um exeplo mais atual: o personagem d Woody Allen, no filme "Annie Hall" (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa; em português), fala para sua namorada tipicamente novaiorquina: "... É o problema dos intelectuais: Provam q mesmo sendo brilhantes podem não entender nada. Por outro lado, o corpo não mente como sabemos." Agir com os instintos do corpo é uma maneira d liberdade e, portanto, d loucura, considerada por Erasmo.
A música... impossível escolher "A" música, todas elas dispertam sentimentos e fazem tudo parecer diferente d como é, ou seja, geram loucura! No livro "Além do Bem e do Mal", Nietzsche concorda: "Através da música as paixões gozam a si mesmas."
Viva a ligação atemporal dos intelectos q mudam o mundo!

sábado, 22 de março de 2008

Macacos hiperativos.


Impossível dizer se é devido aos prêmios q não param d ganhar, ao amor ao q fazem ou, simplesmente, ao dinheiro q estão ganhando (espero q nao seja isso), o fato é q o Arctic Monkeys não pára d gravar.
Entre curtos espaços d tempos vaza uma nova gravação cover q, muitas vezes, é recebida com supresa pelos fãs. Está muito longe d ser apenas o rock a influência da melhor banda do ano, escolhida pelo Brit Awards e pelo Shockwaves NME Awards 2008, o q deixa bem possível a veracidade do boato da parceria com Justin Timberlake, outro considerado eclético musicalmente.
Mas, a grande notícia nao é sobre covers, e sim, sobre músicas inéditas. Fontes dizem q a banda já está gravando o terceiro álbum e pretende liberá-lo antes do final do ano. Os caras sabem como deixar fãs felizes!
Espero q essa hiperatividade musical continue gerando tão bons frutos quanto até agora, mas enquanto isso nao se torna relidade, o melhor é tentar enjoar dos dois primeiros álbuns e se tornar um pouco mais conhecedor d música através das covers. (Dica: Ouça You Know I'm No Good da Amy Winehouse tocada pelos caras)

terça-feira, 18 de março de 2008

Começando...

Muitas idéias (na maioria das vezes, sem muito crédito, mas que valem muito pra mim), pouco tempo e um verdadeiro vício por toda forma d cultura fazem esse humilde blog, que ja estava querendo ser feito a muito tempo, tornar-se real.
Sem "e" depois do "d" e sem frescuras d ser mal interpretado ao falar bem, mal ou, até mesmo, babar ovo d quem faz arte e eu admiro, espero poder dar uma cara ao "Aew!"
Para isso, usarei um pouco d falta d noção (viva a loucura louvada por Erasmo!), falarei do q me vier à cabeça sem floreios para agradar ou desagradar quem quiser ler e nao deixarei d postar aqui passagens d livros, comentários sobre bandas novas ou velhas e cinema.
Quem sabe se alguém vai ler isso, mas se ler, pode criticar e falar mal quando nao gostar... É isso o q mais quero, pois só opondo idéias é q se pode chegar a boas conclusões.
Mais enrolado do q filme do Inarritu e esperando q com um doze avos da qualidade, paro d escrever essa primeira postagem torcendo q a preguiça (loucura dita por Erasmo... ele d novo!) nao me vença e q, pelo menos uma vez por semana, eu possa ditar minha opinião sobre o q me desperta interesse.