
A mistura d rock e cinema não é nenhuma novidade, mas produções relacionadas a bandas históricas fizeram essa vertente da sétima arte ganhar notoriedade esse ano. Com estilos diferentes, os filmes tiraram os fãs dos "shows covers d sábado à noite no menor buteco q tiver por aew" e levaram-nos para uma "sala com TV enorme onde come-se pipoca".
Na realidade, dois dos três mais comentados são d 2007, mas devido à rapidez q os filmes bons chegam ao Brasil, somente esse ano, pôde-se apreciá-los. O primeiro foi Control, q retrata a intensa trajetória do Joy Division e seu vocalista Ian Curtis. Um drama em preto e branco no qual a condição do vocalista fica explicita.
Em seguida, um musical. Coreografias hilárias e sem sentido? Não, longe disso. Across the Universe é Beatles puro, com direito a fase psicodélica com muita cor e tudo o q se espera ver. Não se pode negar q o enredo acaba secundário e as canções como o maior acerto da produção, mas nem por isso ela deixa d tornar-se indispensável a um beatlemaníaco.
Já o filme d 2008 é Shine a Light: um show nada humilde produzido por Martin Scorsese dos rockeiros mais experientes em atividade, os Rolling Stones. Do espetáculo, das tomadas d câmera, da fotografia não se pode achar defeito, mas uma excessiva lembrança do tempo d carreira da banda acaba tornando as entrevistas entre as músicas um tanto quanto dispensáveis. Uma impressão d "você está vendo um show da maior banda d todos os tempos" fica no ar. Não através da banda, q recebe músicos chegados há pouco tempo na música e parece não se importar em mostrar isso, mas por parte da produção.
Tão agradável sequência até poderia ser refeita sendo trocados os estilos: um drama sobre os Stones, um musical pré-gótico do Joy Division e... um show dos Beatles?! Não, melhor não. Do contrário lembraríamos dos "shows covers d sábado à noite...".
3 comentários:
Lembrando tbm do Não Estou Lá, do (como disse o cidade certa noite noite no san lou) cara q é a tua cara, ou melhor tu é a cara dele, o Dylan :D
Só vi Across the Universe dos três, e desde o dia que eu vi não tirei a trilha do mp3. :D
Filmes do tipo "estrada para a fama" não me fazem ficar interessado não. Esse do Beatles que parece diferente não me interessou também. Quem sabe um dia eu vejo...
Não sei o que os Rolling Stones tem demais...eu conheço-os muito pouco mas o que eu conheço realmente não me impressiona (tirando a energia do vocal)
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