terça-feira, 19 de agosto de 2008

60 até os 2000.


Foxboro Hot Tubs, uma banda inspirada no rock dos anos 60, q tem uma sonoridade semelhante a Supergrass, Stooges, The Who, The Kinks e um quê d Green Day dos velhos tempos. Talvez tenha um pouco d Green Day, por ter 3 membros da banda... E sim, a banda que lançou a ópera rock "American Idiot" refente à guerra e à conduta americana tem só 3 integrantes. Esse é um projeto paralelo, que parece ter sido originado pra dar vazão a uma vertente d criação q não caberia na banda d origem.
Nas palavras de Billie joe Armstrong, vocalista da banda, “A única semelhança entre o Hot Tubs e o Green Day é que somos a mesma banda. Somos pessoas que amamos tocar música e ser espontâneos. Após algumas jam sessions até tarde da noite e algumas garrafas de vinho, decidimos gravar um disco diferente”.
Quer uma prova antes d se aventurar no download do disco "Stop Drop And Roll!!!"!? Ta aew: http://www.youtube.com/watch?v=qbiMYsWpWQk
Control C, Control V pra vida!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Monocromático, colorido e Scorsese.


A mistura d rock e cinema não é nenhuma novidade, mas produções relacionadas a bandas históricas fizeram essa vertente da sétima arte ganhar notoriedade esse ano. Com estilos diferentes, os filmes tiraram os fãs dos "shows covers d sábado à noite no menor buteco q tiver por aew" e levaram-nos para uma "sala com TV enorme onde come-se pipoca".
Na realidade, dois dos três mais comentados são d 2007, mas devido à rapidez q os filmes bons chegam ao Brasil, somente esse ano, pôde-se apreciá-los. O primeiro foi Control, q retrata a intensa trajetória do Joy Division e seu vocalista Ian Curtis. Um drama em preto e branco no qual a condição do vocalista fica explicita.
Em seguida, um musical. Coreografias hilárias e sem sentido? Não, longe disso. Across the Universe é Beatles puro, com direito a fase psicodélica com muita cor e tudo o q se espera ver. Não se pode negar q o enredo acaba secundário e as canções como o maior acerto da produção, mas nem por isso ela deixa d tornar-se indispensável a um beatlemaníaco.
Já o filme d 2008 é Shine a Light: um show nada humilde produzido por Martin Scorsese dos rockeiros mais experientes em atividade, os Rolling Stones. Do espetáculo, das tomadas d câmera, da fotografia não se pode achar defeito, mas uma excessiva lembrança do tempo d carreira da banda acaba tornando as entrevistas entre as músicas um tanto quanto dispensáveis. Uma impressão d "você está vendo um show da maior banda d todos os tempos" fica no ar. Não através da banda, q recebe músicos chegados há pouco tempo na música e parece não se importar em mostrar isso, mas por parte da produção.
Tão agradável sequência até poderia ser refeita sendo trocados os estilos: um drama sobre os Stones, um musical pré-gótico do Joy Division e... um show dos Beatles?! Não, melhor não. Do contrário lembraríamos dos "shows covers d sábado à noite...".