terça-feira, 29 de julho de 2008

Quem inventou a roda não tinha o q fazer!


Q a tecnologia trouxe benefícios para o homem, ninguém discute. Mas esses benefícios talvez não sejam maiores q os problemas causados por ela e pelas necessidades q a acompanham. Um computador q não funciona pode gerar palavras um tanto quanto chulas (não palavras q vivem as custas d mulheres q se prostituem, mas q são grosseiras) e trazer uma série d complicações q não existiriam se não existisse o q existe q um dia não existiu.
Tendo isso em mente ("tendo isso em" não mente e é honesto e digno), um pouco d filosofia d bar pode ser interessante: a vida seria mais fácil se todos nós vivêssemos em uma caverna caçando e colhendo o q precisamos?!
A Iracema só preocupa-se com a preparação do ácido dos índios, com o Martin e com o Martin... O Peri só preocupa-se com sua Jane... O Tarzan com a sua... Isso, porque os europeus apareceram na terrinha, se ficassem longe, ou melhor, se nem tivessem inventado navios e tivessem deixado as Janes e os Martins por lá, as únicas preocupações seriam o amor, a comida e os alucinógenos!
Pro inferno quase toda invenção tecnológica: os aviões, os computadores, a televisão, o rádio, os telefones q parecem computadores... Pra felicidade não precisa mais do q alguns violões, uns cd's d mp3 rodados com bicos d animais, plásticos-bolha, uns romances escritos em pedra, episódios do "Chaves" e filmes reproduzidos com projetores dentro das cavernas, exposições d arte na caverna central e o orkut (para evitar a tristeza causada pelo suicídio desordenado dos orkutiníanos d plantão).

Ps.: o uso do orkut sem um computador pode ser viável com o uso d alucinógenos. Não se esqueça, as preocupações seriam o amor, a comida e os alucinógenos!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Um autor, um animal exótico, um livro diferente, um, dois, três, quatro...


A falta d tempo, a falta d organização, a falta d organização, a falta, a falta da falta, a falta d revisão nos textos... Tudo é motivo para uma análise do q realmente importa e o q é parte d uma outra realidade. A realidade q não é a realidade q faz alguém por aew pensar um pouquinho é tão maravilhosa q poderia ser real ou irreal dentro da real maravilha q é a imperfeição q torna a vida tão perfeita. A verborragia pode ser extremamente simples quando ignorada como verborragia e encarada como uma forma d escrever mais similar ao pensamento... bem mais simples do q como se chega ao texto digno do jornal formal d cada dia dos trabalhadores estressados q não gostam d voltar no texto para tentar entender algo, assim como tu estás fazendo agora.
Se entendeste pelo menos um pouquinho do q está nesse amontoado d significados q tendem ao ridículo, uma passada pelo mundo de Caio Fernando Abreu, autor gaúcho com estilo um tanto quanto não brasileiro (se isso existir), pode ser bem interessante. Acredite, algumas características do escritor q já foi honrando com o Prêmio Jabuti com o livro Triângulo das Águas estão nesse humilde texto q será complementado com um trecho do livro citado:
"- Como se algo que estivesse perfeito. Eu insisto no perfeito, era assim: pouco antes da perfeição se cumprir. Perfeito, preparado para acontecer e, de repente, não acontecesse. Não acontece. E logo depois, quando você ainda nem entendeu direito o que aconteceu, ou o que não aconteceu, ou porque deveria ter acontecido, vem alguém de repente e te dá um soco no estômago. E a mão que daqui a pouco você tinha certeza de que ia estar cheia - pronto! - está vazia de novo."
Mais Caio Fernando Abreu, mais café, mais cigarro, mais álcool e Bukowski pra vida!