quinta-feira, 3 de abril de 2008

Três livros, um filme e todas as músicas do mundo.


Dizem por "aew" q intelectuais comunicam-se sem trocar uma palavra sequer, q tem pensamentos parecidos simultaneamente ou, até mesmo, em épocas diferentes sem nem mesmo conhecer trabalhos d seus antecessores. Enquanto Darwin bolava sua teoria e tinha receio d publicá-la, Alfred Russel Wallace publicou em 1858 um manuscrito com idéias muito similares as q fizeram o primeiro cientista citado tão famoso como ele é hoje.
O maravilhoso dessa história é q nem só na ciência isso ocorre. Em toda forma d arte, sentimentos e idéias são compartilhados. A loucura (leia-se também "liberdade"), tão louvada no já citado aqui "Elogio da Loucura" d Erasmo de Rotterdam, aparece frequentemente nas mais variadas formas d expressão.
Luís Fernando Veríssimo, o escritor mais divertido do RS, senão do Brasil, no livro "Orgias" deixou sua forma d pensar sobre tal assunto: "Os loucos são livres e vivem presos por isso"; "Mas eu desconfio q a única pessoa livre, realmente livre, completamente livre, é a q não tem medo do ridículo." Antes dele, foi a vez d Jack Kerouac em "On the Road": "... pessoas mesmo são os loucos, os q estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, q querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles q nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos d artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante - pop! - pode-se ver um brilho azul e intenso até q todos "aaaaaaah!""
Um dia o cinema já foi algo completamente maluco d se pensar: "Ver imagens em movimento projetadas em uma tela branca? Impossível!" Muitos disseram. Um exeplo mais atual: o personagem d Woody Allen, no filme "Annie Hall" (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa; em português), fala para sua namorada tipicamente novaiorquina: "... É o problema dos intelectuais: Provam q mesmo sendo brilhantes podem não entender nada. Por outro lado, o corpo não mente como sabemos." Agir com os instintos do corpo é uma maneira d liberdade e, portanto, d loucura, considerada por Erasmo.
A música... impossível escolher "A" música, todas elas dispertam sentimentos e fazem tudo parecer diferente d como é, ou seja, geram loucura! No livro "Além do Bem e do Mal", Nietzsche concorda: "Através da música as paixões gozam a si mesmas."
Viva a ligação atemporal dos intelectos q mudam o mundo!

5 comentários:

Unknown disse...

conteudo, eu apenas um pseudo intelectual...

Yuzo disse...

Ok...eu não sou milionário e não posso fazer tudo. Mas me sinto livre de certa forma. Praticamente pode ser difícil, mas teoricamente eu não me limito e por isso me sinto livre. Sociedade, nacionalidade...nada disso pode me definir...só...eu! =)
Às vezes eu penso: "vale a pena pensar diferente num mundo cheio de tendências e padrões?" Poxa...é díficil...pessoas legais não estão em qualquer lugar, ficar sozinho é foda. Todo mundo é tão igual, mas as "conexões" mais fortes eu só sinto com as pessoas diferentes.
Que coisa mais séria não? Se identificar com as diferenças...esse mundo é uma piada...Deus só pode ser brasileiro mesmo, hehe, xD

Ah...isso tudo parece loucura, não sei se ficou muito claro, x]
Abraço!

Ana Carolina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
wayouare* disse...

Nossa cara, qeu locura mutia idéia no mesmo texto. Não se deve contrarar os locuos.

hehe

léu

Anônimo disse...

Segura o turbante meu bem, e sente o rítmo. [Caio Fernando Abreu]


É mario, vc pensa. *;
Karen emilia